Aprendendo a lidar com conflitos
terça-feira, 24 de março de 2015
Filosofia
Estou aqui porque, finalmente, não há mais como refugiar-me de mim mesmo. Até que me confronte nos olhos e no coração dos outros, estarei fugindo. Até que sofra no partilhar dos meus segredos, não me libertarei deles. Temeroso de ser conhecido, não poderei me conhecer e nem aos outros. Estarei só. Onde, se não em meus companheiros, poderei encontrar este espelho? Nele posso enfim revelar-me claramente para mim mesmo. Não, como o gigante dos meus sonhos, nem como o anão dos meus temores, mas como alguém, parte de um todo, com a sua contribuição para o propósito comum. Sobre este fundamento posso me enraizar e crescer; Não mais solitário como na morte, porém vivo, para mim mesmo e também para o outro."top afiliados
terça-feira, 19 de agosto de 2014
Nunca saberemos aonde apagou a Vela.
Este tema prometemos na ultima postagem, e abordaremos agora com muito cuidado, pois é muito difícil definir o controle do uso das drogas.
"Vela"... jargão usado para definir o ponto de estacionamento do uso das Drogas.
Traremos assim; Um Dependente Químico para de fazer o uso, por sua vez, dentro de seu intimo, muitas vezes acaba se projetando que em algum dia poderá voltar fazer uso da Droga agregada. Mas este é o ponto que queremos chegar, esta vela que referimos figurativamente, pode estar no começa, no meio, ou até mesmo se findando. Por este motivo, é bom frisar que nunca saberemos aonde ela parou, e sendo assim, a definição de termino da vela infelizmente é a " Morte ".
Sendo assim, ao começar um tratamento, o Dependente precisa ter em mente que esta pode ser sua ultima chance, e fazer da oportunidade uma real chance de mudar de rota, que é ficar abstênio. No entanto, tomar cuidado com a definição é muito importante para poder fazer um tratamento com eficasia, e ter um bom parâmetro da Doença.
segunda-feira, 23 de junho de 2014
Insanidade
O dependente Químico ao longo de sua vida de uso, acaba desenvolvendo uma síndrome
que se chama insanidade, que por sua vez, traz consigo talvez a maior causa de recaídas no tratamento. Mas o que é insanidade? De acordo com a área técnica,
seria,repetir os mesmos erros esperando resultados diferentes,ou seja, o dependente
tomado por um sentimento de controle, acaba pensando que vai administrar o uso da
substância agregada, mas infelizmente é uma ilusão que sua própria mente projeta.
No entanto, o dependente acaba fazendo o uso da droga pensando que irá parar em seu
tempo, mas é mentira, pois a Dependência Química é uma doença incontrolável, fazendo
com que toda sua caminhada de abstinência seja interrompida.
Em breve traremos outros esclarecimentos sobre o assunto, a saber de que esta
síndrome é muito perigosa para o dependente, pois nunca saberá aonde sua vela apagou!
"Vela"... este é mais um assunto a ser tratado em breve.
quinta-feira, 16 de maio de 2013

Infelizmente a recuperação se tornou um grande comércio.
De cada 10 pessoas que se submetem a um tratamento para dependência química, sete voltarão a usar as drogas.
- O mais importante não deveria ser captar pacientes simplesmente para fecharmos mais contratos.
- Devemos ser honestos com as famílias que não estão prontas e não aceitarmos que queiram comprar aquilo que não poderemos entregar.
Alguns motivos para você não mandar seu familiar para uma internação.
MOTIVO Nº 1 - A família que já estava ansiosa
por uma oportunidade de ajudar, quando seu familiar esboça aceitar um
tratamento, corre para encontrar uma clínica e entra na internet.
MOTIVO Nº 2 - Despachar seu familiar para um tratamento sem orientação de um especialista é uma mistura de querer se livrar do problema com a vontade de sentir que agora esta conseguindo fazer alguma coisa.
MOTIVO Nº 3 – Do outro lado da linha sempre vai atender uma pessoa muito atenciosa que concorda com tudo e oferece socorro imediato. Mesmo quando as clínicas percebem que não se trata de um caso para internação elas sugerem e aceitam receber o paciente. As clínicas veem cada família que as procura como mais um cliente e a possibilidade de fechar mais um contrato.
MOTIVO Nº 4 - As clínicas se tornaram empresas comerciais explorando famílias desesperadas, oferecendo soluções mirabolantes através de seus sites com fotos da piscina e com facilidades de pagamentos em prestações parceladas no cartão de crédito. Muitas famílias estão vendendo o carro ou penhorando a casa acreditando na promessa de recuperação para seus filhos.
MOTIVO Nº 5 – O resultado disto é que a grande maioria dos pacientes não aceitos ficar mais que um ou dois meses internado. Apesar das clínicas saberem que eles não ficam, continua divulgando seus tratamentos em 6, 7 ou 10 pagamentos. A família aceita deixar os cheques ou assinar um contrato. Quando o familiar desiste do tratamento eles devolvem somente parte do dinheiro e a mensalidade que é divulgada inicialmente por R$ 700 / mês, acaba saindo por R$ 1200 / mês.
MOTIVO Nº 6 – E este sistema de iludir famílias funciona muito bem porque em 20 ou 30 dias o familiar engorda e sua aparência e comportamentos melhoram. A família começa a ser seduzida pelo que vê e normalmente cede a insistência do familiar em voltar para casa na primeira ou na segunda visita.
MOTIVO Nº 7 – O familiar não termina o tratamento, a clínica recebe o seu dinheiro e o paciente volta a usar as drogas. A clínica sempre vai dizer que ele caiu porque não cumpriu o tratamento e se a família decide voltar, vai pagar de novo.
MOTIVO Nº 8 – É cada vez maior a quantidade de sites de captação de clientes na internet. São empresas que vendem tratamento de várias clínicas e ganham comissão. A família liga para estes lugares pensando que estão falando com uma clínica e não estão.
MOTIVO Nº 9 – As clínicas que fazem anúncios pagos na internet gastam milhares de reais por mês e sendo assim precisam fechar contratos para pagar seus anúncios. Procure instituições que não anunciam na internet.
MOTIVO Nº 2 - Despachar seu familiar para um tratamento sem orientação de um especialista é uma mistura de querer se livrar do problema com a vontade de sentir que agora esta conseguindo fazer alguma coisa.
MOTIVO Nº 3 – Do outro lado da linha sempre vai atender uma pessoa muito atenciosa que concorda com tudo e oferece socorro imediato. Mesmo quando as clínicas percebem que não se trata de um caso para internação elas sugerem e aceitam receber o paciente. As clínicas veem cada família que as procura como mais um cliente e a possibilidade de fechar mais um contrato.
MOTIVO Nº 4 - As clínicas se tornaram empresas comerciais explorando famílias desesperadas, oferecendo soluções mirabolantes através de seus sites com fotos da piscina e com facilidades de pagamentos em prestações parceladas no cartão de crédito. Muitas famílias estão vendendo o carro ou penhorando a casa acreditando na promessa de recuperação para seus filhos.
MOTIVO Nº 5 – O resultado disto é que a grande maioria dos pacientes não aceitos ficar mais que um ou dois meses internado. Apesar das clínicas saberem que eles não ficam, continua divulgando seus tratamentos em 6, 7 ou 10 pagamentos. A família aceita deixar os cheques ou assinar um contrato. Quando o familiar desiste do tratamento eles devolvem somente parte do dinheiro e a mensalidade que é divulgada inicialmente por R$ 700 / mês, acaba saindo por R$ 1200 / mês.
MOTIVO Nº 6 – E este sistema de iludir famílias funciona muito bem porque em 20 ou 30 dias o familiar engorda e sua aparência e comportamentos melhoram. A família começa a ser seduzida pelo que vê e normalmente cede a insistência do familiar em voltar para casa na primeira ou na segunda visita.
MOTIVO Nº 7 – O familiar não termina o tratamento, a clínica recebe o seu dinheiro e o paciente volta a usar as drogas. A clínica sempre vai dizer que ele caiu porque não cumpriu o tratamento e se a família decide voltar, vai pagar de novo.
MOTIVO Nº 8 – É cada vez maior a quantidade de sites de captação de clientes na internet. São empresas que vendem tratamento de várias clínicas e ganham comissão. A família liga para estes lugares pensando que estão falando com uma clínica e não estão.
MOTIVO Nº 9 – As clínicas que fazem anúncios pagos na internet gastam milhares de reais por mês e sendo assim precisam fechar contratos para pagar seus anúncios. Procure instituições que não anunciam na internet.
Formas de tratamento contra
as drogas
Para um tratamento contra a dependência
química, dentro de uma clínica ou comunidade terapêutica, devem ofertar uma
programação técnica e profissional, a fim dar suporte e ferramentas para que o
dependente venha a ficar abstêmio, ou seja, sem o uso das drogas. Mas infelizmente muitas clínicas hoje, não estão
preparadas para oferecer um tratamento eficaz e de profissionalismo.
Os
principais tipos de tratamento disponíveis para dependência química são:
médico; psicológico; grupos de auto-ajuda (como "Alcoólicos Anônimos"
e "Narcóticos Anônimos"); e comunidades terapêuticas. Alguns
pacientes se beneficiam mais de um determinado modelo de tratamento do que
outros. Não existe uma forma de tratamento que seja universalmente a melhor. Um
mesmo indivíduo pode tentar diferentes caminhos até encontrar o mais eficaz
para si. De qualquer forma, a capacitação técnica dos profissionais envolvidos
é essencial para obterem-se resultados positivos. Os tratamentos que têm se
mostrado mais eficazes, na maior parte dos casos, são aqueles que utilizam
abordagens multiprofissionais.
Veja agora como é cada um deles:
Grupo de ajuda
Alcoólicos Anônimos (AA) e Narcóticos Anônimos (NA) são grupos de ajuda mútua formados por voluntários. Homens e mulheres dependentes de drogas se reúnem para discutirem seus problemas, dificuldades e sucessos. Os AA e outros movimentos (NA inclusive) tratam o alcoolismo e outras dependências baseando-se no princípio dos 12 passos. Um dos princípios mais valorizados por estes grupos é o anonimato. O serviço é gratuito.
Medico
Geralmente o médico procurado pelas pessoas que sofrem de problemas com álcool e outras drogas é um psiquiatra. Você pode perguntar: Psiquiatra? Um dependente então é louco? A resposta é muito simples. Muitas vezes o dependente de drogas sofre também de doenças psiquiátricas como: depressão, transtorno de ansiedade (fobia e pânico, por exemplo), hiperatividade... O psiquiatra é então o médico mais indicado para tratar dessas doenças. Inclusive, o tratamento destas ajuda muito na recuperação do dependente. A atuação dele também é focada nas questões gerais de saúde. Solicita exames, prescreve medicações, trata dos sintomas (exemplo), encaminha para outras especialidades, acompanha o desenvolvimento, etc.
Psicólogo
Orientação e apoio familiar
Este tipo de intervenção muitas vezes é indispensável. Ela ajuda os familiares a reavaliarem sua postura frente à pessoa dependente química. Além disso, é uma forma dos familiares receberem apoio e amparo.
Internação em pronto socorro
Está é recomendada nos momentos de intoxicação, agressividade e na
síndrome de abstinência. Essa internação é em geral de no máximo 24 horas,
podendo ser prolongada caso seja avaliada a necessidade de internação para
tratamento dos sintomas da síndrome de abstinência, da dependência ou de outras
doenças relacionadas.
Internação hospitalar
Muitas pessoas (pacientes, familiares e mesmo profissionais de saúde)
acreditam que a internação é o melhor ou o único tratamento, e que o paciente
estará curado ao receber alta. Isso não é verdade. A internação é apenas uma
parte do tratamento que pode até não ser necessária. Basicamente, os resultados
de uma internação são a melhoria das condições gerais de saúde do paciente
(alimentação, sono, etc.), a desintoxicação com supervisão médica, e a
aplicação de medicamentos para alívio dos sintomas da síndrome de abstinência.
Desintoxicar significa eliminar a droga do organismo e não remover a
dependência. A internação é uma opção bastante adequada nas seguintes
circunstâncias: a) quando existe o risco da suspensão do uso da substância
gerar uma síndrome de abstinência grave; b) quando a pessoa deseja ser
internada; c) quando o uso de substâncias está associado a sintomas
psiquiátricos, tais como psicoses, agitações intensas, comportamentos
agressivos ou risco de suicídio.
Tratamento ambulatorial
Neste a pessoa fica em casa, medicado para alívio e controle dos sintomas
de abstinência (quando necessário), mantém suas atividades, e faz visitas frequentes
a um ambulatório especializado para acompanhamento terapêutico, no qual ela tem
consultas com o médico e com o psicólogo. A grande vantagem deste tipo de
acompanhamento é que a pessoa continua em seu ambiente social, sem interromper
suas atividades (sendo necessário um período de readaptação) e têm chances de
experimentar e enfrentar as situações de risco e as "fissuras" no seu
cotidiano.
Internação em comunidade
terapêutica
Geralmente é um lugar (uma fazenda ou um sitio) onde a pessoa fica internada
por vários meses (de três a nove). A recuperação baseia-se no trabalho, na
religião e em grupos de auto-ajuda. O problema deste tipo de intervenção é
similar ao da internação, à pessoa fica isolada de sua vida cotidiana e tem
grandes chances de recair ao sair e enfrentar a realidade de sua vida.
terça-feira, 14 de maio de 2013
Aprendendo a lidar com conflito: Diário de técnicas para o tratamento Capitulo tr...
Aprendendo a lidar com conflito: Diário de técnicas para o tratamento
Capitulo tr...: Diário de técnicas para o tratamento Capitulo três, (livro dos Narcóticos Anônimos). Porque estou aqui? Uma pergunta hoj...
Capitulo tr...: Diário de técnicas para o tratamento Capitulo três, (livro dos Narcóticos Anônimos). Porque estou aqui? Uma pergunta hoj...
Diário de técnicas para o tratamento
Capitulo três, (livro dos Narcóticos Anônimos).
Porque estou aqui? Uma
pergunta hoje fácil
de responder, por conta
de uma série
de acontecimentos em minha trajetória que me levou
a uma inabilidade comportamental que trouxe serias consequências e perdas, e fizeram me aceitar
meu estado de derrota. O fato de perder o controle de minha vida para as drogas e a progressão da doença, me trouxe a entender que o problema é de minha
responsabilidade e de ficar abstendo.
Hoje, acredito e entendo que a causa de minha
compulsão pelas drogas, nascem de meus comportamentos que por varia motivos não
sei administra-los e por consequência transfiro estes sentimentos para as
drogas. No entanto, admitir e se render é o primeiro passo para uma longa
estrada que se chama Recuperação, agregar valores aos que não perdi, ainda é
fundamental para um bom conhecimento de mim mesmo, parar de se projetar,
manipular, mentir pra mim mesmo,´ e só o começo. Devo sempre ser honesto e
praticar a rendição, preciso saber a
natureza exata de minhas falhas e somar com ferramentas positivas para que eu
venha andar no caminho certo, que é a minha recuperação.
Esta técnica pode ser colocada em pratica com a ajuda do Tratamento cognitivo comportamental (TCC).
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